"Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a Lei."
Allan Kardec
「生まれ、死に、再び生まれ、
更に進歩し続ける。それが法なのである。」
アラン・カルデック
Educar para o pensar espírita é educar o ser para dimensões conscienciais superiores. Esta educação para o Espírito implica em atualizar as próprias potencialidades, desenvolvendo e ampliando o seu horizonte intelecto-moral em contínua ligação com os Espíritos Superiores que conduzem os destinos humanos.(STS)
Base Estrutural do ©PROJETO ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS (EFE, 2001): Consulte o rodapé deste Blog.
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segunda-feira, 20 de agosto de 2018
FILOSOFANDO NO AR !!!
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MUDANÇA PLANETÁRIA - ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES
Os Espíritos Superiores que assessoraram Allan Kardec em seu magnífico trabalho de síntese propiciaram à humanidade todas as condições que poderiam levá-la à mudança de paradigmas. Segundo a afirmação de Emmanuel, as revelações “evolucionam numa esfera gradativa de conhecimento” e, desta forma, vai ao encontro do pensamento do codificador – “as verdades morais constituem elementos essenciais do progresso”. Podemos deduzir, assim, que o senso moral vai se desenvolvendo à medida que os indivíduos sentem necessidade de uma complementaridade aos conhecimentos desenvolvidos e adquiridos, gerando um processo magnífico de completude em que razão e coração se integram, coesos, numa mesma aspiração pessoal e coletiva – a felicidade. Quando os Espíritos disseram que o Espiritismo seria “o Consolador prometido por Jesus”, imediatamente os corações imaturos deduziram que a esfera espiritual com eles se comunicaria a cada momento tormentoso de suas vidas, dando respostas e soluções aos problemas afligentes e angustiosos.
Contudo, a filosofia espírita é bem clara e objetiva – o ser humano progride e, ao progredir, deve assumir responsabilidades. Estas, por sua vez, lhe garantem a segurança necessária para bem conduzir-se numa jornada segura de paz e tranquilidade interior, o que não significa que outras pessoas assim agirão, uma vez que convivemos num vasto oceano de diversidade cultural, moral, intelectual, religiosa e, finalmente, evolutiva.
Nunca foi tão necessário buscar consolo no Evangelho de Jesus, em suas palavras, atitudes, conselhos. A sua presença é a do amigo de todas as horas, a do crucificado que voltou da morte a dizer que ela é apenas uma percepção incompleta, precária e aparente. Jesus não ressuscitou, ele mostrou que a morte do corpo não destrói o Espírito imortal; Jesus não é Deus, é a plenitude da evolução a que pode chegar um Espírito em contínuo progresso.
As adversidades e atribulações que atravessamos atualmente fomentam a descrença, o dissabor, a divisão e a somatização de problemas os mais diversos, enclausurando a alma humana numa visão de mundo em que a esperança (de esperançar, de estimular as boas expectativas) não encontra espaço nas mentes fatigadas pelas tragédias do cotidiano e dos eventos mundiais.
Jesus e seus apóstolos viveram num mundo em transição, passagem das crenças mitológicas para a fé racional que se completaria dois mil anos depois com a Filosofia Espírita. Daquela época para cá o ser humano obteve muitas conquistas, porém os desconcertos do Espírito que busca alimentar-se apenas de satisfações imediatistas impedem- no de olhar para o futuro de forma otimista e assertiva.
O Livro dos Espíritos, perg.119, traz uma instrução de Paulo de Tarso: “para atingir a plenitude, três coisas são necessárias: a justiça, o amor e a ciência; três coisas lhe são opostas: a ignorância, o ódio e a injustiça.” E completa: “... aquele que por um falso impulso da alma se afasta do objetivo da Criação, que consiste no culto harmonioso do belo e do bem idealizados pelo arquétipo humano, Jesus, é responsável (pela desorganização social).”
Este é o momento de mudança de paradigmas. Para tanto, temos o impulso natural para o Bem que trazemos conosco; temos modelos auspiciosos que poderão ser implantados a partir dos espaços vazios gerados pela dor e pela perda. Os Espíritos que colaboraram na Codificação estão e estarão ao nosso lado para que realizemos em nós e junto a nós esse novo modelo de paz e prosperidade espiritual, modelando a nova civilização que tanto desejamos.
Sonia Theodoro da Silva
Filósofa
(Publicado no ´Journal of Psychological Studies, London, England)
sábado, 9 de julho de 2016
MENSAGEM DE ESPERANÇA
Segundo os dicionários, esperança é o substantivo feminino que indica o ato de esperar alguma coisa, mas também pode ser sinônimo de confiança. Ter esperança é acreditar que alguma coisa muito desejada vai acontecer. Paulo de Tarso, em sua Epístola aos Romanos (15:4), diz “porque tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança.” Paulo certamente se referia às palavras de Jesus contidas em seus ensinamentos morais e coletados posteriormente por Allan Kardec no Evangelho espírita.
Evangelho do Jesus, feito de incontáveis palavras de esperança, infelizmente hoje relegado ao esquecimento perante os desafios existenciais que se sucedem, de forma ininterrupta, e que atuam como móvel de desligamento do ser de sua transcendência divina, pois para um cristão, ter esperança é saber que apesar das dificuldades que enfrenta nesta vida, o melhor ainda está por vir.
Tema de estudos na Grécia Antiga, Eurípedes e Tucídides, afirmavam que a esperança, enquanto espera, era um desejo ou uma aspiração relacionada com a confiança.
A concepção de homem, segundo Gabriel Marcel o caracteriza como homo viator, isto é, como um ser itinerante, inacabado, ainda por se fazer. Em seu caminhar depara-se com um mundo quebrado, onde o ter prevalece sobre o ser, levando os humanos a isolarem-se e, consequentemente, autoconsumirem-se na solidão e no desespero. E é exatamente neste contexto – o do beirar a solidão desoladora – que Marcel entoa um hino à esperança, única postura capaz de fazer-nos galgar em comunhão os montes e altos píncaros de nossa jornada.
O filósofo francês sustenta que a única saída para a construção de uma civilização nova e esperançosa somente se torna possível no horizonte da comunhão, da fidelidade e do amor.
Semelhante ideia que Marcel desenvolve, a doutrina espírita oferece a todos os que dela se aproximam; nesta vida temos desafios, dores, aflições, alegrias, sorrisos e lágrimas. Somente com o consolo de nos sabermos filhos amados de um mesmo Pai que por todos vela através de suas leis misericordiosas, e que sempre nos oferece renovadas esperanças de continuarmos, pode nos manter vivos e confiantes.
A Filosofia Espírita é assim, um saber que incita o pensamento a despertar-se sempre. O verdadeiro conhecimento trazido pelo Espiritismo é inabalável diante das mudanças que ocorrem à nossa volta e sempre presentes em nossas vidas.
A Filosofia Espírita é assim, feita de Verdades eternas, de princípios eternos e imutáveis, os quais vamos compreendendo o alcance a partir na nossa própria evolução intelecto-moral. Tenhamos fé, a fé raciocinada que alimenta a esperança e coroa as nossas vidas com o amor tão almejado porque compreendido e vivenciado, sem receios, sem expectativas, mas com muita confiança.
(Publicado em The Journal of Spiritist Psychological Studies, Jul/Ago 2016, Inglaterra)
(Publicado em The Journal of Spiritist Psychological Studies, Jul/Ago 2016, Inglaterra)
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
A SÃO PAULO DE PAULO E DE EMMANUEL
(Fonte:internet - sem autoria)
Comemoramos nesta data 462 anos da fundação da nossa cidade.
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Comemoramos nesta data 462 anos da fundação da nossa cidade.
E voltando atrás no tempo, lembramo-nos das palavras de Emmanuel, em A Caminho da Luz, dizendo que o acaso inexiste, quando mencionamos as fundações de cidades e Estados. Aliás, acaso, segundo Téophile Gautier, é o pseudônimo de Deus quando Ele não quer assinar a sua obra. Há uma união de intenções entre “terra” e “céu”, como se todos se reunissem para fazer cumprir propósitos superiores, preparando a primeira para o advento das populações que lá habitarão, com vistas ao desenvolvimento das leis de sociedade e progresso. É muito interessante esta análise, para a qual convidamos os nossos caros internautas. Vejamos a Lyon de Rivail e a Lugdunum de Ireneu, a Roma antiga e a atual, a Nova York de 200 anos atrás e a de agora, e assim sucessivamente. Há um planejamento realizado em outras esferas de existência e que muitas vezes escapa à nossa compreensão.
O mesmo livro citado, A Caminho da Luz, relata os bastidores da história, sob a análise crítica e lúcida de Emmanuel.
Mas vejamos a nossa querida São Paulo de Piratininga, inaugurada a partir de uma pequena vila onde índios, padres e sentenciados portugueses constituíam a sua população. Ainda hoje, na região da Sé, no Pátio do Colégio, a igreja de Anchieta guarda um museu de peças e imagens sacras dos séculos XVI a XVIII, seus objetos de uso pessoal bem como sua batina e terço, e a arquitetura da época também preservada e restaurada, onde é interessante notar uma parede do templo, antiquíssima, construída de barro, palha, areia, pedra e excremento de gado para dar a liga, preservada até os nossos dias, e resguardada entre duas outras paredes de vidro.
Contudo, o que nos chama a atenção, da dupla Nóbrega-Anchieta, é a posição do primeiro como educador, que à época se caracterizava como um misto de professor e catequizador - lembremos que a Educação naqueles tempos estava a cargo da igreja católica, que enviava seus representantes às terras recém-descobertas. Muito criticado por seus meios rígidos e ortodoxos, mas que na verdade compunham normalmente o procedimento dos membros do clero, e mais do que isso, dos homens e mulheres do século em que viveram, Nóbrega, que não poderia fugir às circunstâncias evolutivas, culturais, religiosas, antropológicas e psicológicas de sua época, não deixou de cumprir a sua missão. A maior delas, a efetiva fundação de São Paulo de Piratininga. E aí é que analisamos as circunstâncias.
Nóbrega é considerado uma das reencarnações de Emmanuel, também Públio Lentulus Sura e posteriormente Públio Lentulus, o escravo grego Nestório (veja-se as obras Há Dois Mil Anos e 50 Anos Depois do autor espiritual) e ainda o padre Damiano, em Ávila (veja-se o romance Renúncia), além de sua vida como o pensador e escravo cristão Eusébio (não confundir com Eusébio de Cesaréa). Por que Nóbrega deu o nome do querido Apóstolo à cidade?
Uma mensagem íntima de Emmanuel recebida por Francisco Cândido Xavier, em Pedro Leopoldo, a 13 de março de 1940, nos relata um encontro do senador Lêntulus com Paulo em Roma. A mensagem é a seguinte:
“Lede as cartas de Paulo e meditai. O convertido de Damasco foi o agricultor humano que conseguiu aclimatar a flor divina do Evangelho sobre o mundo. Muitas vezes foi áspero. A terra não estava preparada e se em alguns pontos oferecia leiras brandas e férteis, na maioria, era regiões em espinheiro e pedregulho.
Paulo foi o lidador de sol a sol. Seu fervoroso amor foi a sua bússola divina. Sua paixão no mundo, iluminada pela sua dedicação ao Cristo, transformou-se na base onde deveria brilhar para sempre a claridade do Cristianismo. Conheci-o, em Roma, nos seus dias de trabalho mais rude e de provações mais acerbas. Vi-o uma vez unicamente, quando um carro de Estado transportava o senador Públio Lentulus, ao longo da Porta Ápia, mas foi o bastante para nunca mais esquecê-lo. Um incidente fortuito levara os cavalos a uma disparada perigosa, mas um jovem cristão, atirando-se ao caminho largo, conseguiu conjurar todas as ameaças. Avistamos, então, um pequeno grupo, onde se encontrava a sua figura inesquecível. Trocamos algumas palavras que me deram a conhecer a sua inteireza de caráter e a grandeza da sua fé. O fato ocorria pouco depois da trágica desencarnação de Lívia e eu trazia o espírito atormentado. As palavras de Paulo eram firmes e consoladoras. O grande convertido não conhecia a úlcera que me sangrava no coração, todavia as suas expressões indiretas foram, imediatamente, ao fundo de minha alma, provocando um dilúvio de emoções e esclarecimentos.
Luzeiro da fé viva, Paulo não pode ser esquecido em tempo algum. Seu vulto humano é o de todo homem sincero que se toque de amor divino por Jesus. Lede-o sempre e não vos arrependereis”. (O grifo é nosso)
Tudo se assemelha ao coração imenso da cidade de São Paulo - a cidade de Paulo.
Conta-nos o Espírito Cneio Lucius (50 Anos Depois), que Paulo, no plano espiritual, sempre se dedicou a auxiliar “as grandes inteligências afastadas do Cristo, compreendendo-lhes as íntimas aflições e o menosprezo de que se sentem objeto no mundo, ante os religiosos de todos os matizes, quase sempre especializados em regras de intolerância”. E foi com esse sentimento de compreensão e bondade que fez com que o grande Apóstolo da gentilidade estendesse as suas preces e auxílio ao culto senador romano, quando de sua desencarnação na tragédia de Pompéia, continuando a ampará-lo espiritualmente em suas posteriores existências terrenas.
Emmanuel nunca mais o esqueceu, e na personalidade de Nóbrega, adia a inauguração do Colégio de Piratininga, a que dá o nome de São Paulo, para o dia da comemoração da conversão do Apóstolo, fixada em 25 de janeiro. Essa afirmação não é somente de Cneio Lucio. É mencionada pelos biógrafos do padre Nóbrega, entre eles Serafim Leite, José Mariz de Morais, e Melo Pimenta.
Em outro momento, já como o grande pensador cristão encarregado das diretrizes ético-morais do Espiritismo em terras brasileiras, como continuidade ao trabalho que ajudou a realizar há centenas de anos, surge, através da psicografia do não menos ilustre missionário da Bondade e da Humildade, Chico Xavier, a grandiosa obra “Paulo e Estêvão”.
E compreendemos a grande destinação desta que é considerada a maior cidade da América Latina. Hoje, no século 21, uma megalópole que abriga em seu coração, centenas de “gentios” oriundos de todas as terras, brasileiras ou estrangeiras. Tal como Paulo, que abrigou em seu imenso coração amoroso, os corações da gentilidade em sua época. Foi através deles que o cristianismo do Cristo cresceu e se espalhou pelo mundo.
E é em São Paulo hoje, que brasileiros e estrangeiros tomam um primeiro contato com a Doutrina da Paz, da Concórdia, do Conhecimento Transcendente e a levam em suas atitudes e consciências tornadas espíritas.
Cumpriu-se a grande missão compartilhada.
Sonia Theodoro da Silva
(texto revisado pela autora - 25 de janeiro de 2016). COMPARTILHE, DIVULGUE !
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
sexta-feira, 1 de maio de 2015
A razão de ser do Espiritismo
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
TEMPO...
Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão pra qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser diferente...
Para você, desejo o sonho realizado. O amor esperado. A esperança renovada.
Para você, desejo todas as cores desta vida. Todas as alegrias que puder sorrir. Todas as músicas que puder emocionar.
Para você neste Ano Novo, desejo que os amigos sejam mais cúmplices, que sua família seja mais unida, que sua vida seja mais bem vivida.
Gostaria de lhe desejar tantas coisas, mas nada seria suficiente...
Então ,desejo apenas que você tenha muitos desejos, desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto ao rumo da sua Felicidade!!!
(Carlos Drummond de Andrade)
Que Deus abençoe os dias que virão, que sejam plenos de Paz e prósperos de Esperança e de Realizações!
Sonia Theodoro da Silva - dezembro 2014
segunda-feira, 23 de junho de 2014
O MEU (AMADO) PAÍS
Coração do mundo ... pátria do Evangelho ... Há quem veja privilégios nestas palavras... muitos julgaram ou julgam que o Brasil é a nova terra prometida e que nós, brasileiros, o povo escolhido para abrigar os novos tempos. Na verdade fomos todos reunidos, por afinidade, trânsfugas morais, delinquentes da ética, portadores de emoções desvirtuadas, de todos os tempos, de todos os lugares da Terra, de todas as crenças e filosofias, de todas as posições sociais, de todas as sociedades, de todas as culturas, em um só lugar...
Brasil... de costas imensas, de largas e extensas praias, de selvas verdes e matas densas, de mares verdes e de aves multi coloridas, de felinos belos e serenos; do boto que se confunde com o rapaz bonito da lenda criança; da pantera, da onça, do tucano e do papagaio; do mico leão dourado e das borboletas azuis... do cãozinho amigo e do gato ladino; das árvores que encantam, que ensombram, que fazem a chuva chover... das noites enluaradas e das estrelas sem fim... do calor que assusta e do frio que faz sofrer...
Visto do alto, o meu Brasil se confunde com outras terras e outros mares tão azuis e tão extensos que minha vista mal alcança...o meu Brasil de terras imensas, de águas ocultas, de rios largos e imensos, de peixes tão grandes quanto pequenos. Visto do alto, meu Brasil me comove - quem é você, Brasil? De quais lugares você veio e onde você está? Quem te construiu, quem sustenta a tua integridade?
Do alto do mais alto pico do Brasil eu poderia estender meus braços e abraçar o meu país, e torná-lo pequeno, e afagá-lo como a uma criança, como a um filho querido que geme e se contorce em suas dores, dores tão grandes que saem às ruas, que se revolta, que chora e se espreme em veículos que o conduzem à busca do trabalho distante, ou do divertimento imposto e bancado pelos novos colonizadores de ideias.
Quem é você, meu Brasil que, personificado em milhões de olhares úmidos de pranto por seus filhos perdidos pela bala “perdida”... quem é você, meu Brasil querido que, personificado em milhares de crianças e jovens que, na escola, mal sabem ler e escrever uns, ou que se perdem nos desequilíbrios da busca desenfreada do prazer que, logo trazendo o vazio, sai e sai novamente sem rumo, sem destino...quem é você, meu Brasil, cujo olhar suplicante busca nos altares frios e distantes a resposta para o seu desencanto...
Quem é você, meu Brasil de milhões de esperanças e de outro tanto de almas enfermas da alma; quem é você meu Brasil que busca num simples jogo de bola a alegria distante...
Porque, meu Brasil, tantos te tratam assim? Porque de tuas matas mortas, de teus animais em extinção, de tua água que seca, tamanha a poluição... E eu afago o meu país pequeno em meus grandes braços, e tal como o profeta, levanto o meu país à vista d’Aquele que o criou, à vista daquele que é maior do que eu mesma, do que todos, e que esteve entre nós nos ensinando a caminhar, o entrego nos Seus braços, e peço, e oro, pelo meu Brasil, para que possa andar com suas pernas vacilantes, que possa sorrir de vera alegria, que possa ver em torno de si a grande promessa de paz, que possa abraçar e ser abraçado, amar e ser amado, sem medo, sem raiva, porque crescido, adulto, educado, maduro e irmão.
Que o meu Brasil possa sair de madrugada, e seguir para o seu trabalho compensador, e encontrar a rota certa, a segurança, a realização.
Que o meu Brasil não dependa de quem quer que seja para alimentar-se, cuidar-se, ter seus filhos, comprar sua casa – porque tudo, tudo que fizer e realizar e respeitar reverterá a seu favor.
Que o meu Brasil respeite mares e lagos, rios e matas, animais e humanos, pois tudo faz parte do mesmo ciclo de vida, porque sabe que se assim não fizer, simplesmente morrerá.
Que o meu Brasil tenha seus representantes legítimos porque eleitos pela Verdade e por e pela Verdade trabalharão.
Que o meu Brasil apague de sua lembrança os maus governantes, os manipuladores, os corruptos e corruptores, os roubadores, os criminosos, os mentirosos e hipócritas, os que deturpam a paz e lesam os bens públicos; e que este momento não passe de aprendizado – longo, doloroso e definitivo aprendizado - em busca da honestidade, dos valores e virtudes humanas que a sustentam e à Vida.
Que o meu Brasil reconstruído pelo trabalho, pelos estudos, pela capacidade que tem de sentir empatia, afaste de si o egoísmo feroz e o individualismo doentio, que empobrece as suas capacidades, que o torna menor, que o submete à manipulação, e bloqueia o seu imenso potencial de realização.
Que o meu Brasil reconstruído pelo Amor, a ele finalmente dê guarida, abrindo os seus braços para os filhos das guerras distantes, das tragédias que ferem, dos dramas ocultos, das perseguições inumanas e cruéis.
Que o meu Brasil gigante acredite em si mesmo, mas seja tão humilde quanto a sua imensa capacidade de compreender.
Que o meu Brasil querido seja o coração que ama e a terra do Amor, que, renascido um dia, partiu mas nunca nos deixou.
Brasil: ergue-te, realiza, trabalha, acredita, ama, suba aos montes mais altos, eleva-te em espírito e de lá, visualiza o imenso caminho que te cabe; ele está perto de ti, bem perto, tão visível quanto as estrelas, tão fresco quanto as ondas do mar, tão vivo quanto as árvores, silentes, belas e partícipes da vida – sai em busca das tuas bem-aventuranças, segue a Luz que te criou, encontra-te contigo mesmo, e com todos os que te cercam.
Meu Brasil, jamais se submete, jamais se escraviza, a nada e a ninguém, a nenhuma circunstância. E o meu Brasil refeito e reconstruído, espiritualizado e trabalhador, finalmente estará pronto para abrigar a Paz – e de seu imenso coração emanarão os mais sublimes sentimentos que abraçarão a Terra inteira, os nossos irmãos.
Sonia
Sonia
quinta-feira, 1 de maio de 2014
FILOSOFANDO JÁ ESTÁ NO AR !!!
PROFA. SONIA THEODORO DA SILVA
FUNDADORA DO CEFE-CENTRO DE ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS
AUTORA DO PROJETO ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS
PARTICIPE, OPINE, DIVULGUE !!!!
TV MUNDO MAIOR - FUNDAÇÃO ESPÍRITA ANDRÉ LUIZ
SÃO PAULO - BRASIL
sábado, 21 de dezembro de 2013
domingo, 7 de julho de 2013
Alegria de Viver
O momento atual dificilmente nos levaria a acreditar no otimismo, face aos desafios que o mundo nos apresenta; considerar a vida apenas por seus desfechos favoráveis, seria desejar trazer a Utopia de Morus ao nosso cotidiano: doce quimera, já que o sonho civilizatório do autor não passou de neologismo para definir objetivos inalcançáveis - não seria razoável fixarmo-nos em tal visão de mundo, visto que os grandes e pequenos dramas que se sucedem nos garantem a fixação dos pés em terreno bem sólido.
Se nas Américas a religião formal ainda é uma alternativa de consolo (ou seria fuga?) para grande parte de seus habitantes, na Europa e na Ásia o existencialismo ateísta abre brechas perigosas nas mentes e corações, criando obstáculos à sua espiritualização; o Oriente Médio com suas constantes guerras, a África com seus conflitos étnicos, demonstram de forma contundente o que seja um planeta de provas e expiações em infinitos graus de manifestação, tal como os Espíritos demonstraram a Allan Kardec.
pçAdmitida a reencarnação como lei biológica e como princípio de razão e nunca fideísta, pois acreditar implica em raciocinar em bases seguras de entendimento, além das pesquisas concernentes (tais como as realizadas pelos pioneiros dr. Hernani G.Andrade no Brasil, dr. Ian Stevenson nos EUA, dr. H. Banerjee, na Índia), chegaríamos à conclusão de que não é “a história que se repete”, e sim, que nós repetimos a história através das reencarnações sucessivas onde o aprendizado intelecto-moral não se completou (ou estagnou). Isto mudaria os atuais paradigmas e nos levaria a uma nova sociedade, mais justa e fraterna.
Alguém já disse que a humanidade atual, presa ao utilitarismo recusa-se a crescer, permanecendo na fase adolescente. Sem dúvida que as manifestações comportamentais manifestam tal ideia, bastando observar esse “sedentarismo intelectual”, onde todos buscam seus prazeres no consumo desenfreado e imediatista.
Contudo, o otimismo é um estado de alma permanente que gera alegria de viver; trata-se de reconhecer que ele repousa nas pequenas como nas grandes coisas e causas: olhar o outro com olhos de compaixão, reconhecer a condição humana como a mais bela forma de representação da divindade latente em todos nós. Mas também nas coisas simples: observar a natureza, acompanhar o desenvolvimento de uma criança, reconhecer o milagre da vida num processo de gestação, acompanhar o batimento do próprio coração que nos mantem vivos, repousar o olhar nas marolas que o vento faz nas águas de um rio, espreguiçar-se, ler um bom livro, conversar, sorrir, dedicar a vida a uma causa meritória...
Portanto, viver otimisticamente não quer dizer esperar infintamente pelo melhor, mas compreender que somos agentes desse processo para tudo o que nos cerca.
Viver é para todos, mas viver bem e bem viver é para os sábios que aprenderam que a oportunidade reencarnatória é única. Os antigos filósofos sabiam disto. Os atuais precisam reaprender com aqueles. E o Espiritismo nos assegura de que se hoje estamos concentrados em graves compromissos, nada impede de que façamos deles os meios necessários à própria alegria que é Viver!
Sonia Theodoro da Silva, São Paulo - SP, Brasil
www.filosofiaespirita.org
Colunista
Jornal de Estudos Psicológicos, The Spiritist Psychological Society, Londres, Inglaterra.
terça-feira, 9 de abril de 2013
BEETHOVEN: A GRANDE MENSAGEM DE PAZ A TODOS - PEACE IN THE WHOLE WORLD
Ludwig Van Beethoven : http://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_van_Beethoven
9a. SINFONIA - ODE À ALEGRIA E À PAZ, PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE PELA UNESCO/ONU.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinfonia_n.%C2%BA_9_(Beethoven)
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Testamento de Heilingstadt : http://pt.wikisource.org/wiki/Testamento_de_Heilingenstadt
"(...) Esses incidentes levaram-me quase ao desespero e pouco faltou para que, por minhas próprias mãos, eu pusesse fim à minha existência. Só a arte me amparou! Pareceu-me impossível deixar o mundo antes de haver produzido tudo o que eu sentia me haver sido confiado, e assim prolonguei esta vida infeliz. Paciência é só o que aspiro até que as parcas inclementes cortem o fio de minha triste vida. Melhorarei, talvez, e talvez não! Mas terei coragem. Na minha idade, já obrigado a filosofar, não é fácil, e mais penoso ainda se torna para o artista. Meu Deus, sobre mim deita o Teu olhar! Ó homens! Se vos cair isto um dia debaixo dos olhos, vereis que me julgaste mal! O infeliz consola-se quando encontra uma desgraça igual à sua. Tudo fiz para merecer um lugar entre os artistas e entre os homens de bem. (...)"
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
FACULDADE EXTRASSENSORIAL
A história registra as ações dos que ousaram transgredir com os sistemas vigentes, fossem eles políticos, religiosos, acadêmicos. Carl Gustav Jung foi um desses divinos transgressores; para ele, a vida não se limitava do berço ao túmulo: “o homem, ser racional, era dotado de faculdades extrassensoriais que lhe permitiam ultrapassar os limites comuns de espaço e tempo, devassando o passado distante e tendo premonições acerca do futuro” (Boletim SEI, nº 1963/2005).
As faculdades extrassensoriais estiveram presentes nos oráculos gregos e babilônios (o mais famoso de todos foi o Oráculo de Apolo, em Delfos), no mundo judaico com o colegiado de médiuns presidido por Moisés e, antes, no Egito, onde o líder da nação hebraica aprendera, com os sábios e iniciados de seu tempo, a profetizar, além de outras modalidades extrassensoriais aliadas à eficaz mediunidade de que era portador.
Mais recentemente, Emmanuel Swedenborg, clarividente sueco, foi investigado e estudado pelo eminente filósofo Immanuel Kant, impressionado pela precisão de suas informações acerca de um incêndio visto por ele a distância, em cidade próxima.
Muito embora a filosofia tradicional, hoje, pouco se interesse pela paranormalidade, está reservado à Ciência comprovar o que o Espiritismo tão judiciosamente estudou, através de Allan Kardec, fundamentando com fatos a maior descoberta de todos os tempos: o Espírito humano sobrevive à morte. Tal comprovação certamente acarretará graves consequências ao materialismo niilista hoje vigente no mundo, em todas as culturas, sejam ocidentais ou orientais.
Sonia Theodoro da Silva
(Publicado em set/out 2012 nos seguintes periódicos: The Journal of Psychological Studies - Science, Philosophy and Religion;Journal Psychologischer Studien - Wissenschaft, Philosophie und Religion; Periódico de Estudios Psicológicos - Ciencia, Filosofía y Religión; Giornale di Studi Psicologici - Scienza, Filosofia e Religione; Journal d´études psychologiques - Science, philosophie et religion).
domingo, 16 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
CEFE: NOVO PORTAL DE ESTUDOS ESPÍRITAS www.filosofiaespirita.org
CONFORME ANUNCIAMOS, O PORTAL DE ESTUDOS ESPÍRITAS CEFE-CENTRO DE ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS JÁ ESTÁ ON LINE!!
CRIADO EM 03 DE OUTUBRO DE 2012, ELE TEM OS SEUS OBJETIVOS FIXADOS EM SEU PROJETO (MENU INSTITUCIONAL: O PROJETO).
NESTE PORTAL ENCONTRAREMOS OS MÓDULOS DE ESTUDO E PESQUISA EM FILOSOFIA ESPÍRITA, O VER-VISÃO ESPÍRITA DA RELIGIOSIDADE E FILOSOFIA ESPÍRITA E MEDIUNIDADE, ACRESCIDOS DE DOCUMENTÁRIOS, INDICAÇÕES DE FILMES, PALESTRAS, AULAS ESPECIAIS GRAVADAS, DOWNLOADS DE LIVROS ESPÍRITAS, 07 BLOGS DO PROJETO ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS COM MAIS DE 70.000 ACESSOS, E O CEFE NO EXTERIOR.
NO FUTURO TEREMOS MUITO MAIS - ESTE É UM PORTAL QUE TAMBÉM TEM A PARTICIPAÇÃO DOS ESTUDIOSOS DOS GRUPOS DE ESTUDO EM FILOSOFIA ESPÍRITA E DO VER: SUA DEDICAÇÃO AO ESTUDO E PESQUISA E A ATENÇÃO QUE TÊM DEMONSTRADO À FILOSOFIA ESPÍRITA E À ABORDAGEM DO VER DEMONSTRAM O SEU TOTAL ENGAJAMENTO À PROPOSTA DO ESPÍRITO DA VERDADE, A DO ENOBRECIMENTO DO ESPÍRITO ATRAVÉS DO ESPIRITISMO COMPILADO POR ALLAN KARDEC.
NESTE GRAVE MOMENTO DE NOSSA EVOLUÇÃO, TODAS AS INICIATIVAS QUE POSTULEM A BOA E CORRETA DIVULGAÇÃO E INCENTIVEM AO PLENO ENGAJAMENTO À CAUSA DE JESUS DE NAZARÉ REVISITADA PELA DOUTRINA ESPÍRITA SÃO VÁLIDAS:
"SE VOS DIZEIS ESPÍRITAS, SEDE-O DE FATO" (PAULO APÓSTOLO, LYON, 1861 - ESE, CAP. X, IT.14):
http://www.filosofiaespirita.org
PORTANTO, ESTÃO TODOS CONVIDADOS A PARTICIPAREM DESTA CAUSA: ESTUDO APROFUNDADO, PESQUISA, INTERATIVIDADE, DIVULGAÇÃO, ENGAJAMENTO PLENO.
FRATERNALMENTE,
EQUIPE CEFE-CENTRO DE ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS
OS SETE BLOGS DO PROJETO ESTUDOS FILOSÓFICOS ESPÍRITAS CONTINUARÃO A SER UTILIZADOS - TAMBÉM PODEM SER ABERTOS ATRAVÉS DO SITE www.filosofiaespirita.org.
sábado, 20 de outubro de 2012
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
CHICO XAVIER, O MAIOR BRASILEIRO DE TODOS OS TEMPOS
Momento comemorativo do Evento
Ontem, 03 de outubro, data de aniversário de chegada entre nós do Apóstolo de Jesus, Allan Kardec, Chico Xavier, com mais de 70% dos votos coletados por uma emissora de televisão, foi consagrado como "O maior brasileiro de todos os tempos".
Certamente que Chico, com sua notória humildade dispensaria mais esta homenagem, atribuindo-a a Jesus e ao Espiritismo - o que seria de se esperar que assim o fizesse, pois ele nunca quis os holofotes da fama sobre si. Sem dúvida que muitos dos demais indicados legaram, com suas vidas inteiras dedicadas a um ideal específico, o seu exemplo que merece o nosso eterno apreço e admiração: Princesa Isabel e Santos Dumont ("concorrentes" de Chico), Tiradentes, Irmã Dulce, Ayrton Senna, além de outros, nas áreas do esporte, da política, das ciências médicas, etc., porém, o que ficou gravado na memória dos brasileiros foi a presença amorosa de Chico Xavier, como legítimo representante do Amor de Jesus de Nazaré e do Espiritismo, a Sua Promessa de Paz e de amor entre os homens.
Chico Xavier, que em 2012 completa 10 anos de Vida Plena nas dimensões extra-físicas, certamente receberá, com muito carinho e o amor de sempre, mais esta homenagem de pura gratidão de todos os que levaram o seu nome e o do Espiritismo à divulgação plena pelos meios de comunicação.
Para nós encarnados, espíritas, a imensa responsabilidade de continuar a bem representar nos corações, na inteligência e nas obras esse legado de paz e de Amor de Jesus de Nazaré, de Allan Kardec, e de Chico Xavier.
Veja em: http://www.sbt.com.br/omaiorbrasileiro/
Ontem, 03 de outubro, data de aniversário de chegada entre nós do Apóstolo de Jesus, Allan Kardec, Chico Xavier, com mais de 70% dos votos coletados por uma emissora de televisão, foi consagrado como "O maior brasileiro de todos os tempos".
Certamente que Chico, com sua notória humildade dispensaria mais esta homenagem, atribuindo-a a Jesus e ao Espiritismo - o que seria de se esperar que assim o fizesse, pois ele nunca quis os holofotes da fama sobre si. Sem dúvida que muitos dos demais indicados legaram, com suas vidas inteiras dedicadas a um ideal específico, o seu exemplo que merece o nosso eterno apreço e admiração: Princesa Isabel e Santos Dumont ("concorrentes" de Chico), Tiradentes, Irmã Dulce, Ayrton Senna, além de outros, nas áreas do esporte, da política, das ciências médicas, etc., porém, o que ficou gravado na memória dos brasileiros foi a presença amorosa de Chico Xavier, como legítimo representante do Amor de Jesus de Nazaré e do Espiritismo, a Sua Promessa de Paz e de amor entre os homens.
Chico Xavier, que em 2012 completa 10 anos de Vida Plena nas dimensões extra-físicas, certamente receberá, com muito carinho e o amor de sempre, mais esta homenagem de pura gratidão de todos os que levaram o seu nome e o do Espiritismo à divulgação plena pelos meios de comunicação.
Para nós encarnados, espíritas, a imensa responsabilidade de continuar a bem representar nos corações, na inteligência e nas obras esse legado de paz e de Amor de Jesus de Nazaré, de Allan Kardec, e de Chico Xavier.
Veja em: http://www.sbt.com.br/omaiorbrasileiro/
sábado, 28 de julho de 2012
O MUNDO QUE QUEREMOS
(Fotos: arquivo Sonia Theodoro da Silva)
Ontem, 27 de julho de 2012, as Olimpíadas de Londres foram abertas. Muito mais do que apenas disputar, há o consenso de participação, de autosuperação, de confraternização entre os povos, entre atletas de diferentes culturas dos cinco continentes, num dos aspectos que podem unir a todos: o esporte, além da música. E ambos estavam presentes na festa de Abertura de ontem.
Os ingleses encenaram quadros sobre a história do Reino Unido (lógico), com apelo shakespeariano à união e ao destemor (discurso de Rei Lear com o ator Kenneth Branagh) mas também deixaram claro que apoiam iniciativas que induzam à Paz e a Confraternização. Um exemplo disto foi a presença da brasileira Marina Silva, que entrou carregando a bandeira com os anéis olímpicos juntamente com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o maestro argentino Daniel Barenboim (veja o nosso artigo no http://filosofandocotidiano.blogspot.com) e prêmios Nobel da Paz. A ex-ministra brasileira é reconhecida internacionalmente por seu trabalho em defesa do meio ambiente. O único momento dissonante da festa foi a entrega da bandeira por parte dos portadores representantes da Paz a militares das três armas - num significativo "recado" subliminar porém evidente de que quem mantém a "paz" é a guerra; a presença dos guarda-costas junto a presidentes ou seus representantes, e do aparato militar presente na cidade que o diga.
A Filosofia Espírita, que chegou até nós num dos momentos mais importantes de nossa evolução, num país que, embora portador da bandeira "Igualdade, Fraternidade e Liberdade" foi quase destruído pela 1a. Guerra Mundial e na sua sequência (já que apenas fora assinado um armistício em 1917), deixa claro que essa duplicidade, essa convivência entre a Paz e a guerra tem que terminar. Seja porque ela é fomentada pelos interesses mesquinhos dos líderes das nações, seja porque o ser humano ainda a mantém ( a guerra) dentro de si.
Um sinal inequívoco de que a maioria opta pelas ações em prol da Confraternização universal, com apoio aos Pacificadores, foi a presença deles carregando a bandeira branca das Olímpíadas, bem como a presença dos corajosos atletas dos países que se encontram em guerra atualmente, a destacar os sírios e o olhar de seu porta bandeira, ao mesmo tempo alegre, pela presença na festa olímpica e triste pela tragédia que ocorre em seu país.
O mundo que queremos passa pelo respeito à Vida, de qualquer forma manifesta. Os ensinamentos dos grandes mestres e do maior deles, Jesus de Nazaré, evocam sempre essa mensagem: fomos criados pelo e para o Amor - amor sublimado que se expressa através de gestos como esse que acabamos de ver. Porém, os pequenos gestos do cotidiano refletem a nossa adesão ao Bem, aquele Bem definitivo que todos ansiamos ver nos outros, mas que poucas vezes temos exercitado em nós mesmos de forma definitiva.
Fotos: arquivo Sonia Theodoro da Silva; Imagens: TV Record, São Paulo.
Ontem, 27 de julho de 2012, as Olimpíadas de Londres foram abertas. Muito mais do que apenas disputar, há o consenso de participação, de autosuperação, de confraternização entre os povos, entre atletas de diferentes culturas dos cinco continentes, num dos aspectos que podem unir a todos: o esporte, além da música. E ambos estavam presentes na festa de Abertura de ontem.
Os ingleses encenaram quadros sobre a história do Reino Unido (lógico), com apelo shakespeariano à união e ao destemor (discurso de Rei Lear com o ator Kenneth Branagh) mas também deixaram claro que apoiam iniciativas que induzam à Paz e a Confraternização. Um exemplo disto foi a presença da brasileira Marina Silva, que entrou carregando a bandeira com os anéis olímpicos juntamente com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, o maestro argentino Daniel Barenboim (veja o nosso artigo no http://filosofandocotidiano.blogspot.com) e prêmios Nobel da Paz. A ex-ministra brasileira é reconhecida internacionalmente por seu trabalho em defesa do meio ambiente. O único momento dissonante da festa foi a entrega da bandeira por parte dos portadores representantes da Paz a militares das três armas - num significativo "recado" subliminar porém evidente de que quem mantém a "paz" é a guerra; a presença dos guarda-costas junto a presidentes ou seus representantes, e do aparato militar presente na cidade que o diga.
A Filosofia Espírita, que chegou até nós num dos momentos mais importantes de nossa evolução, num país que, embora portador da bandeira "Igualdade, Fraternidade e Liberdade" foi quase destruído pela 1a. Guerra Mundial e na sua sequência (já que apenas fora assinado um armistício em 1917), deixa claro que essa duplicidade, essa convivência entre a Paz e a guerra tem que terminar. Seja porque ela é fomentada pelos interesses mesquinhos dos líderes das nações, seja porque o ser humano ainda a mantém ( a guerra) dentro de si.
Um sinal inequívoco de que a maioria opta pelas ações em prol da Confraternização universal, com apoio aos Pacificadores, foi a presença deles carregando a bandeira branca das Olímpíadas, bem como a presença dos corajosos atletas dos países que se encontram em guerra atualmente, a destacar os sírios e o olhar de seu porta bandeira, ao mesmo tempo alegre, pela presença na festa olímpica e triste pela tragédia que ocorre em seu país.
O mundo que queremos passa pelo respeito à Vida, de qualquer forma manifesta. Os ensinamentos dos grandes mestres e do maior deles, Jesus de Nazaré, evocam sempre essa mensagem: fomos criados pelo e para o Amor - amor sublimado que se expressa através de gestos como esse que acabamos de ver. Porém, os pequenos gestos do cotidiano refletem a nossa adesão ao Bem, aquele Bem definitivo que todos ansiamos ver nos outros, mas que poucas vezes temos exercitado em nós mesmos de forma definitiva.
Fotos: arquivo Sonia Theodoro da Silva; Imagens: TV Record, São Paulo.
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